Miséria e violência: combustíveis da crise timorense
A crise que atingiu o Timor Leste nesta segunda-feira, 11, com atentados contra as vidas do presidente, José Ramos-Horta, e do primeiro-ministro, Xanana Gusmão, começou há quase dois anos, quando o então primeiro-ministro Mari Alkatiri dispensou cerca de 600 militares do Exército considerados rebelados pelo governo.
Os soldados, a maioria da região oeste do país, reclamavam de discriminação pelos seus líderes do leste, e se uniram numa onda de protestos… Continue reading/Continue a leitura...


















































