Painéis solares agora com nanotecnologia
Mais um avanço na obtenção de energia através de outras fontes que não as esgotáveis ou poluidoras. Esta matéria foi publicada inicialmente no blogue do meu amigo Rui, o Quintus, que inclusive foi selecionado a concorrer na categoria do melhor blogue generalista português. Mas vamos à matéria:
A empresa americana, Nanosolar, está fazendo progressos muito promissores na área da produção de energia elétrica através de painéis fotovoltaicos. A empresa patenteou um semicondutor ultrafino e muito durável (poderá ser usado durante 25 anos) designado por CIGS (”Copper Indium Gallium Diselenide”) que inova radicalmente quer nos processos de fabrico dos painéis solares mais convencionais quer no próprio rendimento e custo de produção.
O segredo do processo está em que gira em torno de um tipo especial de tinta de que são revestidos os painéis solares e da mistura homogênea das nanopartículas da tinta que garante que a sua distribuição na superfície esteja sempre correta onde quer que ela seja depositada e seja em que extensão de área o fôr.
Os painéis assim produzidos obtêm a notável eficiência energética de 19,5% a um custo de apenas 13 centavos de dólar por cada Watt produzido. O processo de produção é rápido e possibilita um menor desperdício de material, já que se trata de uma tinta e pode ser distribuído por vários tipos de superfície, em várias formas.
Dado que o problema maior das formas convencionais de produção de energia elétrica a partir do Sol eram precisamente o custo dos painéis e a longa amortização (3 a 5 anos) que implicavam e a eficiência energética (7% a 9% nos sistemas convencionais) estes desenvolvimentos são muito interessantes…
E nem já sequer teóricos, uma vez que a empresa construindo em San Jose (EUA) e em Berlim (Alemanha) duas fábricas destes novos painéis e irá começar a sua comercialização até o final deste ano.
A tinta CIGS “Copper Indium Gallium Diselenide” da Nanosolar
Para saber mais:
Fonte: Blogue Quintus



